Projectos em Curso

 

  • Viver com VIH – SAD

 

O projeto Viver com VIH – SAD, desenvolve-se desde 1999 e assume-se como uma resposta social às pessoas infetadas pelo VIH/SIDA, residentes nos Municípios de Amadora e de Sintra.

Direcionado a responder de forma integrada às características e necessidades da população-alvo, tem como finalidade garantir a continuidade de cuidados, após alta hospitalar, enquadrando-se na estratégia nacional de luta contra a SIDA.

De acordo com os objetivos do serviço e do Plano Individual de cada doente, poderão desenvolver-se diversas atividades de apoio nos cuidados de saúde.

O Viver com VIH é financiado pela DGS, através PNIVIH, mediante candidaturas plurianuais (de 4 anos), sendo 2015 o 4º ano de execução da última candidatura.

 

 

  • Viver com VIH – CAAPS (Centro de Atendimento e Acompanhamento Psicossocial)

 

A resposta em CAAPS foi organizada tendo em vista responder de forma integrada às características e necessidades da população-alvo e fundamenta-se na necessidade de garantir suporte psicossocial às pessoas infetadas e afetadas pelo VIH/SIDA, enquadrando-se na estratégia nacional de luta contra a SIDA.

Presta um conjunto de serviços, de acordo com a avaliação da situação de cada pessoa, nomeadamente ao nível do apoio psicológico, apoio na legalização de imigrantes, apoio aos desempregados na procura de emprego ou formação profissional, apoio alimentar, e organização de atividades socioculturais.

 

 

  • Viver com Qualidade

 

Em desenvolvimento desde 2005, este projeto justifica-se pela procura por parte de pessoas com necessidades de apoio domiciliário em horário alargado.

É um serviço disponível até 24 horas/dia, de acordo com a necessidade de cada pessoa, podendo-se desenvolver diversas seguintes atividades de apoio nos cuidados de saúde, bem-estar, cuidados de higiene, conforto e imagem a pessoas dependentes ou semi-dependentes.

 

 

  • Vontades – Uma Iniciativa de Voluntariado

 

A integração de voluntários na história da AJPAS data de 1993 quando, através de jovens promotores de saúde, começou a intervir nos bairros degradados do concelho da Amadora.

A sua área de intervenção é, essencialmente, a de promoção de saúde e prevenção da doença, passando pelo apoio em caso de doença já declarada, com ênfase especial nas pessoas dependentes e em situação de isolamento social.

Apesar da participação de voluntários ser prática da AJPAS, o Vontades pretende alargar o âmbito da sua atuação, não só ao nível dos concelhos envolvidos (Lisboa, Amadora e Sintra), mas também dos grupos alvo da intervenção, como sejam pessoas idosas e pessoas doentes

 

 

  • Menos TB”

 

O projeto enquadra-se no Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose, na necessidade de controlar e reduzir o nível endémico da tuberculose na comunidade.

A intervenção divide-se em duas vertentes que se complementam no objetivo comum de diminuir e controlar a tuberculose:

 

  • Intervenção individualizada no acompanhamento do tratamento (prevenção secundária e primaria), para os doentes referenciados pelo CDP da Amadora e Sintra e abrangendo os concelhos Amadora, Sintra e Loures.  O acompanhamento ao tratamento,  incluí: TOD (Toma Observada Direta) no domicílio; acompanhamento de enfermagem, acompanhamento a consultas e exames médicos, promovendo a articulação entre os vários serviços de saúde envolvidos; acompanhamento psicossocial que contempla o apoio social, o apoio psicológico e o espaço de inserção na vida ativa.

 

2. Intervenção comunitária (prevenção primária), que se centra no envolvimento e colaboração das comunidades, jovens das escolas e instituições locais, com a finalidade de facilitar a apropriação da informação, garantindo o conhecimento, numa metodologia de educação / comunicação pelos pares. Recorre-se à comunicação a partir da teatralização, havendo intervenção em bairros críticos e escolas das áreas de intervenção do CDP da Amadora e Sintra. 

 

O projeto encontra-se no 4ºAno de desenvolvimento e último ano de desenvolvimento, o projeto teve início a 1 de Abril de 2014, terminando a 31 de Março de 2015.

 

 

  • Diagnóstico Precoce e Acesso a Cuidados de Saúde

 

Em 2012, de acordo com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, 4,1% da população do país era estrangeira, sendo o grupo oriundo dos PALOP o segundo mais representativo (21,6%).

Contudo, o conhecimento sobre a situação epidemiológica destes grupos e os fatores que a influenciam continuam a ser limitados.

No entanto, a evidência mostra que a população imigrante apresenta um risco aumentado de infeção pelo VIH. Por outro lado, as ações de rastreio levadas a cabo em 2014 por várias ONGs, entre as quais a AJPAS, confirmam que é bastante elevada a percentagem de pessoas infetadas pelo VIH, originárias dos PALOP.

A AJPAS pretende manter este serviço dirigido a toda a população, particularmente à comunidade imigrante dos países de Africa Subsariana, através de ações de sensibilização e de ações de rastreio de forma gratuita, anonima e confidencial.

 

 

  • ICAT – Intervenção Comunitária para a Adesão Terapêutica

 

O ICAT é um programa de educação para a saúde e para o tratamento, no qual se identificam as causas da não adesão terapêutica ou de situações previsíveis da mesma, atuando sobre estas, através de uma intervenção multidisciplinar adequada e adaptada às características e situação de cada pessoa.

Este programa fundamenta-se nos resultados obtidos pelo projeto piloto Hospital na Comunidade, que decorreu em parceria com o HFF, e obteve resultados reconhecidamente satisfatórios, relativamente às taxas de adesão terapêutica conseguidas, bem como à diminuição do n.º de internamentos hospitalares.

Este modelo contempla um programa base, com a duração máxima de 18 meses e uma fase de acompanhamento pós-alta de 24 meses.

Com o programa base pretende-se que cada individuo adquira competências para fazer a autogestão da doença, esperando-se que aos 12 meses tenha atingido a carga viral indetectável, e que a mantenha até ao fim do programa. Para cada uma das pessoas é definido um plano de intervenção, cujas actividades a desenvolver passam pelo controlo da TAR, que pode ir desde a TOD até à entrega mensal, gestão do calendário de consultas e análises, vigilância do estado de saúde em contexto extra-hospitalar, acções de educação para a saúde e para o tratamento, apoio psicológico e social.

Foram definidos critérios de alta de âmbito clinico, emocional e social, que determinarão a passagem do utente à segunda etapa do programa, o período pós-alta.

No período pós-alta, será monitorizado o cumprimento dos critérios de alta, ou seja, presença nas consultas e análises programadas, a manutenção da carga viral. Nesta fase será avaliada, igualmente, a qualidade de vida e o estado de saúde de cada individuo.

 

 

  • Creche Babete

 

A Creche Babete funciona na Venda Nova, tendo conseguido acordo com o Instituto de Segurança Social, I.P. em 2002, sendo a única creche social a atuar na freguesia da Falagueira-Venda Nova.

 

 A Creche Babete da AJPAS tem capacidade para admitir 22 crianças com idades compreendidas entre os 4 meses e os 3 anos. Estas são distribuídas por 2 salas, tendo em conta a sua faixa etária: na sala 1 - 10 crianças com idades entre os 4 e os 18 meses, na sala 2 - 12 crianças dos 18 meses aos 3 anos. Tem um horário alargado, funcionando das 7h30m às 19h, a fim de responder às necessidades das famílias de forma mais adequada.

Ao longo do ano letivo são desenvolvidas atividades nas diversas áreas, nomeadamente nos domínios da matemática, linguagem, expressões dramática, plástica, musical e física e conhecimento do mundo, bem como na formação pessoal e social. Estas atividades são desenvolvidas de acordo com os Planos de Atividades de cada sala e Projeto Pedagógico da Creche, definido no início de cada ano letivo.

 

 

  • Espaço Cidadania

 

O projeto Espaço Cidadania insere-se nos objetivos do Programa Anual de 2013 do Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT), mais concretamente na Ação 1 – Acolhimento, Integração e Valorização de Interculturalidade, visando:

i) o apoio à plena integração dos nacionais de países terceiros, facilitando o acesso a bens e serviços fundamentais para o exercício de direitos e deveres na sociedade portuguesa;

ii) familiarizar os nacionais de países terceiros com a sociedade de acolhimento com vista à sua capacitação pessoal, social e profissional, facilitando, para tal, a aquisição de conhecimentos sobre as normas e valores fundamentais vigentes.

 

Propõe uma atuação holística nos problemas que afetam as comunidades imigrantes e que dificultam a sua integração na sociedade de acolhimento devido aos défices acumulados, principalmente, nas áreas de legalização, nacionalidade, saúde, educação, habitação e emprego, disponibilizando duas respostas: um centro local de apoio à integração de imigrantes (CLAII) e dois gabinetes de apoio especializado (saúde e jurídico), num espaço cedido pela Câmara Municipal da Amadora no Casal da Mira.

 

O projeto agora financiado pelo FEINPT, consubstancia toda uma aprendizagem da AJPAS a partir do trabalho realizado, com e para as comunidades imigrantes, especialmente as residentes na Amadora e concelhos limítrofes. A associação tem vindo a diversificar a sua intervenção nestas comunidades, adaptando os objetivos e as suas estratégias às necessidades dos imigrantes, às alterações económico-financeiras, sociais resultantes da crise que o País atravessa. O trabalho desenvolvido pela AJPAS, desde Fevereiro de 2007, aos sábados, no Casal da Mira, tem permitido identificar as necessidades, os problemas do quotidiano, as ansiedades daquela população. A candidatura, agora proposta ao FEINPT, vem corporizar essas necessidades através de uma resposta mais integrada e com maior permanência no bairro.

 

 

 

  • MISP - Mediação Intercultural em Serviços Públicos

 

O Projeto de Mediação Intercultural em Serviços Públicos (MISP) é promovido pelo ACM – Alto Comissariado para as Migrações, em parceria com Câmaras Municipais e Associações de Imigrantes, cofinanciado pelo Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros (FEINPT).

Implementado nos municípios da Amadora, Cascais, Loures e Setúbal, o MISP consiste num projeto de mediação intercultural de enfoque comunitário, contando com a colaboração dos serviços públicos e privados, a ajuda técnica de profissionais específicos de cada área e, sobretudo, com a participação das comunidades/população.

Baseia-se em três princípios, que se cruzam e se alimentam continuamente: princípio da mediação, princípio da interculturalidade e princípio da intervenção comunitária.

 

 

  • Mentores para Imigrantes

 

O PMI pretende

  • Fomentar a criação de espaços e experiência de encontro e entreajuda entre portugueses e imigrantes com vista ao enriquecimento pessoal, social e organizacional;

  • Promover a interculturalidade, igualdade de oportunidades e sensibilizar para a riqueza da diversidade;

  • Facilitar o conhecimento mútuo e incentivar os portugueses a um maior envolvimento no processo de integração de imigrantes;

  • Promover o voluntariado, a participação da sociedade civil e a responsabilidade social dos cidadãos e cidadãs.

O sucesso do Programa Mentores para Imigrantes estará condicionado ao número imigrantes que se inscrevam na plataforma do Alto Comissariado para as Migrações solicitando apoio de mentoria.

 

 

  • AmaDirHum - Intervenção Integrada contra a MGF (IIMGF)

 

A Mutilação Genital Feminina é uma prática cuja prevalência abrange mais de 40 países, 28 dos quais na África Subsaariana. Portugal, tal como outros países de destino de comunidades migrantes de países onde a MGF é uma realidade, foi sinalizado pela OMS como sendo de risco. Estas comunidades provenientes de países terceiros concentram-se sobretudo na zona da Grande Lisboa, onde se integra a Amadora.

A MGF é uma prática que atinge meninas e mulheres nacionais de países terceiros, ou suas descendentes, sendo que o município da Amadora, pela composição da sua população, apresenta risco da sua realização, seja na sua área geográfica, seja nos países de origem dessas meninas e mulheres, em viagens realizadas para esse efeito.

O projeto visa a otimização de planos, redes e parcerias de trabalho já existentes para a integração da temática da MGF. Tal é o caso do Plano Municipal Contra a Violência da Amadora, no qual, à semelhança do que sucede com o V Plano Nacional Contra a Violência Doméstica de Género (V PNCVDG), um plano nacional da responsabilidade de CIG, se propõe a inclusão da MGF como uma das formas de violência de género a trabalhar na Amadora.

Contribuir para o conhecimento desta prática junto dos técnicos e instituições que integram o Plano Municipal Contra a Violência e, na operacionalização deste, a RIIVA, são objetivos do projeto que visa, igualmente, apoiar o Observatório da Violência da Amadora na monitorização da MGF no município.

A MGF é uma prática que atinge meninas e mulheres nacionais de países terceiros, ou suas descendentes, sendo que o município da Amadora, pela composição da sua população, apresenta risco da sua realização, seja na sua área geográfica, seja nos países de origem dessas meninas e mulheres, em viagens realizadas para esse efeito.

 

 

  •  Avo(zes) Contra a MGF

 

Estima-se que, em todo o mundo, entre 100 a 140 milhões de meninas, jovens e mulheres tenham sido submetidas a uma ou mais tipos de Mutilação Genital Feminina (MGF), encontrando-se em risco anualmente 3 milhões e, diariamente, entre 6.000 e 8.000. Na Europa, segundo o Parlamento Europeu, estima-se que 500.000 jovens e mulheres submetidas a esta prática, encontrando-se em risco anualmente cerca de 180.000.

O projeto “Avo(zes) contra a MGF” é um projeto que visa mobilizar, criar e comprometer uma rede de pessoas mais velhas, anciãos e anciãs, pertencentes a comunidades que nos países de origem praticam a MGF, nos esforços para a eliminação da MGF e, a partir desta, reunir os seus testemunhos num filme (vídeo) que constitua, per si, uma importante ferramenta pedagógica em atividades/intervenções que visem o fim desta prática.

Visa, desta forma, contribuir para a prevenção da MGF em meninas, raparigas e mulheres, com o necessário envolvimento dos homens dessas comunidades; a sensibilização das comunidades e das famílias para as consequências médicas e legais da MGF; e, ainda, a sensibilização, informação e implicação de interlocutores/as privilegiados/as, nomeadamente lideranças religiosas e comunitárias, na prevenção de novos casos de MGF e apoio às vítimas desta prática.

Por outro lado, face à informação recentemente veiculada nos media sobre a existência de mulheres vitimas de MGF a residir em Portugal, bem como à existência de recursos governamentais e não governamentais que visam a prevenção da MGF mas, também, o apoio a vítimas, potenciais vitimas e suas famílias, o projeto tem a pretensão de contribuir para o reforço da ligação aos serviços de saúde e protecção de crianças, jovens, mulheres e família afectadas pela MGF e outras práticas.

 

 

  • Projeto Comunicação para a Integração

 

Este projeto, da responsabilidade da Câmara Municipal da Amadora, a decorrer entre Janeiro e Junho, tem como ‘principal objetivo lutar contra equívocos, preconceitos, rumores e estereótipos usando técnicas de informação virais para fornecer respostas, baseadas em evidências, para erros comuns’, insere-se a campanha ‘Não Alimente o Rumor’, congregando uma alargada rede anti-rumores na qual a AJPAS participa desde a primeira hora, focalizando a sua intervenção no Bairro da Mira.

 

Morada: Praceta Bento de Moura Portugal, Bairro Girassol, Venda Nova, 2700-109, Amadora
 

Tel/Fax: 214746048

 

Email: ajpas.direccao@gmail.com

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Concebido por:

António Silva

 

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